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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

"Entrevista": "Cheguei a escrever aos prantos", revela Vivian de Oliveira sobre "José do Egito".

"Cheguei a escrever aos prantos", diz autora de "José do Egito", da Record.

Vívia de Oliveira está na Record desde 1997 onde escreveu a minissérie Por Amor e Ódio.

Vívian de Oliveira roteirista da Tv Record.
No ar desde o dia 30 de janeiro e após 37 episódios, a minissérie "José do Egito" chegou ao fim na noite desta quarta (09) na Record.

Em seu desfecho, Jacó (Celso Frateschi) e sua família caminham em direção à Avaris, com grande expectativa de reencontrar o filho perdido. De longe, Benjamin (Gustavo Leão) logo avista José (Angelo Paes Leme) e trata de comunicar ao restante de seus irmãos, deixando-os muito empolgados.


Jacó não aguenta esperar e caminha com pressa em direção a José, que também vê o pai. O reencontro finalmente acontece e lágrimas escorrem de seus olhos, tanto do pai quanto do filho. Os dois se contemplam em um abraço demorado, cheio de amor e saudades.


A trama foi produzida com base na Bíblia, mas muitas histórias também foram criadas pela autora Vivian de Oliveira, que se especializou em minisséries na Record - ela também assinou "A História de Ester" e "Rei Davi", e já foi confirmada nas próximas produções da emissora, "Os Dez Mandamentos" e "Jesus".


Em entrevista exclusiva ao site  NaTelinha, Vivian falou sobre o árduo trabalho com "José do Egito", comparou as outras minisséries, falou sobre as próximas tramas e comentou sobre a emoção de escrever tais histórias.


"Todas elas impactaram muito minha vida pessoal. Cheguei a escrever aos prantos", contou.
 

Confira a entrevista na íntegra:

NaTelinha - "José do Egito" chega ao fim após quase 9 meses em cartaz e como a minissérie mais longa da história da Record. Que saldo faz desta adaptação?


Vivian de Oliveira -
Em "José do Egito" tive mais tempo para aprofundar as relações entre personagens e trabalhar melhor os conflitos. O público teve mais tempo também para conhecer, se envolver e se apaixonar pela história. Não que nas outras minisséries isso não tenha acontecido, mas em "José" as tramas foram se desenrolando com mais calma. Em "Rei Davi", por exemplo, tinha muita trama para poucos capítulos. Já "José" é uma trama relativamente curta para muitos capítulos. Foi necessário contar a história de maneira diferente, até porque não havia guerras e grandes eventos para mostrar. O forte de "José" foi realmente o drama humano

"José do Egito" foi uma das produções mais caras da Tv Record.
NaTelinha - Você já escreveu "A História de Ester" e "Rei Davi". Qual análise tem da experiência ganha neste período?

Vivian -
"A História de Ester" era uma história linear, sem grandes saltos no tempo, muito romântica e tinha uma grande heroína como protagonista. Como foi a primeira, ainda estava descobrindo a melhor forma de adaptar um texto bíblico de um período tão remoto para a teledramaturgia atual. Optei por uma linguagem mais rebuscada, formal e na época funcionou muito bem. O público ficou encantado.


Depois veio "Rei Davi", que era uma história muito masculina, politizada e com um anti heroi comandando uma trama cheia de guerras e conspirações pelo poder. Tinha muitos personagens masculinos e poucas mulheres. O grande trunfo nesse caso foi criar mulheres fortes e atuantes. Por ser polêmico, Davi despertava no público simpatia e compaixão em alguns momentos, e ódio em outros. Foi maravilhoso poder trabalhar isso, mostrar o ser humano como ele é, com sombras e luzes. Em "Rei Davi" optei por usar uma linguagem mais naturalista, coloquial, o que foi um salto na narrativa. Isso aproximou o público da minissérie ainda mais.

"Rei Davi" tinha o tom de épico, era uma história grandiosa. Costumo dizer que "Rei Davi" tinha três minisséries e um filme de longa-metragem dentro da mesma minissérie. A cada dez, quinze capítulos, surgiam novos personagens e novas tramas. Mostramos Davi desde a juventude até sua velhice e morte. Aprendi a pensar mais como produtora fazendo "Rei Davi".

E, por fim, "José do Egito" é uma minissérie construída a partir de um heroi clássico, sem máculas, e uma história recheada de dramas humanos. Esse foi o maior trunfo de José. Foi um desafio contar uma história centrada apenas nos personagens e fazer com que o público se importasse com eles. Já dominava melhor a linguagem coloquial em "José" e já tinha também maior entendimento do que era viável ou não, do que funcionava ou não. Também optei por não ter muitas tramas paralelas. O foco principal foi realmente José e o que acontecia em volta dele. A chegada do Egito também trouxe um frescor, veio como uma novidade.

O que posso dizer é que cada minissérie me ensinou muita coisa e fui me aprimorando cada vez mais. Não só eu, mas todos os outros departamentos envolvidos como figurino, arte, cenografia, e assim por diante.

Vivian de Oliveira vem escrevendo várias minisséries bíblicas na Record.
NaTelinha - Por serem versões feitas para a TV, alguns personagens e situações são criados. Como é trabalhar neste sentido de forma que se mantenha a linearidade da Bíblia e sem ofender ou espantar os telespectadores que leram a história original?

Vivian -
O que faço é dosar muito bem as duas coisas. Sou muito rigorosa em não deturpar o texto original. Crio onde existem brechas na história bíblica. Por exemplo, na Bíblia a personagem Azenate é citada muito brevemente. Ali diz que faraó dá Azenate como esposa para Zafenate Paneia (nome egípcio recebido por José) e que ela é mãe dos dois filhos de José. Considerando esses dados, criei um história de amor entre Azenate e José. Na minissérie, eles se conhecem no instante em que José, ainda adolescente, coloca os pés no Egito. Por conta de suas posições sociais e crenças religiosas, o amor entre eles se torna impossível. Eles passam grande parte da minissérie sofrendo e lutando por esse amor, mas nada do que foi criado fere o que está na Bíblia. A história vai sendo construída até chegar o momento em que ela é dada como esposa para José exatamente como está no texto bíblico.


O mesmo aconteceu com Pentephres, pai de Azeanate. Em muitas versões, o nome Pentephres aparece como Potífera. Escolhi o nome Pentephres para não confundir com Potifar, outro personagem importante na trama. Na Bíblia, Pentephres só é citado como pai de Azenate e sacerdote de Om. Ali não diz se ele era bom ou mau, ambicioso ou não. Usei a informação bíblica e o mantive como pai de Azenate e sacerdote. O restante foi tudo imaginação. Ele foi mostrado com um homem corrupto, capaz de tudo para se manter no poder. Isso ajudou a dificultar o amor entre José e sua filha, o que foi um ótimo conflito para a minissérie.

A mulher de Potifar também entra nesse mesmo raciocínio, assim como muitos outros personagens. Na Bíblia, também está indicado que os irmãos odiavam José. Mas odiavam como? Baseado nisso, criei situações para mostrar como esse ódio se dava, quando começou e como foi evoluindo até chegar ao ponto dos irmãos venderem José como escravo. E depois que venderam, como foi o tormento da culpa, do remorso? E o que aconteceu com José ao chegar no Egito? Todos esses questionamentos e muitos outros me ajudaram a desenvolver os personagens e conflitos de toda a minissérie. 

José ( Angelo Paes Leme) e Sati (Larissa Maciel).


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

"Em Alta": José do Egito bate recorde de audiência na Record. Saiba Mais.

"José do Egito" segue em alta e bate recorde de audiência na Record.

"Dona Xepa" também registra boa audiência. 

José do Egito bate novo record de audiência.
A minissérie "José do Egito" segue em alta na Record e nesta quarta-feira (18) registrou seu recorde de audiência desde a estreia, em 30 de janeiro.

A trama, no ar das 21h42 às 22h44, conquistou média de 14 pontos, pico de 16 e share de 21%.


Por causa dos bons índices, a Record esticou "José do Egito". A minissérie, que teve um total de 28 capítulos gravados, ganhou na edição mais 9 e só deve terminar no dia 9 de outubro.


Com a previsão inicial, a trama, que teve um orçamento de R$ 22 milhões, teria cada capítulo orçado em aproximadamente R$ 800 mil. Agora, com o esticamento, o custo de cada um deles sequer chega em R$ 600 mil - o qual ainda é considerado bastante alto.


A produção de "José do Egito" foi encerrada em abril e parte do elenco já se dedica a outros projetos.


Em tempo:


Recebendo em alta da série, a novela "Dona Xepa" também foi muito bem.


Em reta final, o folhetim registrou média de 11 pontos e pico de 13. Esta é apenas a segunda vez que a produção chega a tal audiência, considerada boa.
"Dona Xepa" chega ao fim na próxima terça (24). No dia seguinte, estreia "Pecado Mortal", de Carlos Lombardi.

Esses dados são consolidados e referem-se a um grupo de telespectadores na Grande São Paulo.


Informações Na Telinha.
 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

"José do Egito": Record acerta venda da minissérie para emissoras dos EUA. Saiba Mais.

Record acerta venda de "José do Egito" para os EUA.

A minissérie milionária fez grande sucesso na tela da Rede Record.

Mundo Fox anuncia estreia da minissérie "José do Egito".
Após semanas de negociação, a Record finalmente conseguiu acertar o primeiro acordo de exportação de "José do Egito".
 
A minissérie bíblica de Vivian de Oliveira foi comercializada para a Mundo Fox, emissora do grupo Fox sediada em Los Angeles, nos Estados Unidos. O canal é dedicado à comunidade latina do país e exibiu recentemente, com grande sucesso, "Rei Davi".
 
"José do Egito" teve seu nome alterado para "José do Egipto" e sua exibição também deverá chegar à Porto Rico. As primeiras chamadas já estão no ar, ainda que não anunciem quando a estreia irá ocorrer.
 
Quarta minissérie bíblica da Record, "José do Egito" é uma das produções mais caras da dramaturgia da Record. A minissérie foi gravada entre o segundo semestre de 2012 e o primeiro de 2013 no Brasil, Chile e com stock-shots no Egito e em Israel. A direção-geral foi assinada por Alexandre Avancini.


Informações Na Telinha.

terça-feira, 30 de julho de 2013

"José do Egito": Record estica a minissérie. Entenda!

Record estica José do Egito.

A minissérie é uma das produções mais caras já feita pela emissora.

Angelo Paes Leme protagoniza a minissérie da Record.
A Record decidiu espichar, por mais uma semana, a minissérie “José do Egito”. Inicialmente a produção terminaria no dia 7 de agosto com 28 capítulos. 

No entanto, o canal de Edir Macedo decidiu exibir num domingo, um episódio a mais da minissérie, o que faria com que “José do Egito” acabasse uma semana antes, no dia 31 de julho.

Agora, o capítulo número 28 foi dividido em dois novos capítulos para alongar seu tempo na grade da emissora. Com isso, o penúltimo capítulo será exibido amanhã (31/07) e o último capítulo (de número 29) será exibido no dia 7 de agosto.


"José do Egito vai ao ar toda quarta-feira logo após "Jornal da Record".

sábado, 18 de maio de 2013

"José do Egito": Minissérie da Tv Record, alcança grande audiência em Fortaleza.

"José do Egito" alcança grande audiência em Fortaleza.

A exibição do 16º capítulo de José do Egito marcou alta audiência. 

"José do Egito" garante alta audiência na grande Fortaleza.
Se em São Paulo a minissérie bíblica “José do Egito” não foi muito bem no ibope, na exibição do seu 16º capítulo, em Fortaleza acontece o contrário.

Segundo dados consolidados, na última quarta-feira (15) a trama protagonizada por Ângelo Paes Leme e Maytê Piragibe marcou 19 pontos de média com 23 de pico na capital cearense. No mesmo horário, a TV Verdes Mares/Globo atingiu 32 e a TV Jangadeiro/Band ficou com 3 pontos.

O índice é mais expressivo ainda se levar em conta que a afiliada da Globo exibiu o primeiro jogo da final do Campeonato Cearense, entre Guarany de Sobral e Ceará.


Os números refletem a preferência de um grupo de telespectadores na Grande Fortaleza.   

Informações RD1.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Maytê Piragibe entra na nova fase da minissérie "José do Egito".

A atriz Maytê Piragibe viverá Azenete na fase adulta.

No capítulo desta quarta-feira (01) a minissérie passa por uma nova fase.

Maytê Piragibe caracterizada em sua personagem Azenete.
Maytê Piragibe entra nesta quarta-feira (01) na minissérie da Tv Record "José do Egito", a atriz que viverá a personagem Azenate na fase adulta, dará continuidade a produção no lugar de Anna Rita Cerqueira que viveu os dramas da personagem na fase jovem. 

Azenate na fase adulta.
Na minissérie Azenate vive em conflitos com o pai desde a juventude e desiste de se tornar uma sacerdotisa pelo amor que sente por José (Ângelo Paes Leme). Mesmo assim, lutará por esse amor proibido até o fim. O casal também viverão conflitos religiosos, já que José adora somente o Deus de Israel e ela é idólatra.

A atriz que é considerada uma das estrelas da Tv Record já viveu outros personagens de destaque na emissora, não há exemplo maior e mais marcante do que a guia de esportes de aventura Joana no sucesso "Vidas Opostas".  

Ao lado de Leó Rosa, Maytê Piragibe protagonizou o folhetim que é considerado um dos maiores destaques da dramaturgia brasileira, no qual  em 2006 (ano de sua exibição) ganhou o Trofeu Imprensa empatado com Paraíso Tropical da Rede Globo.
Azenete jovem interpretada por Anna Rita..

Na Record Maytê também participou de Cidadão Brasileiro (Eleni Castro), Os Mutantes, Promessas de Amor (Ambas com a personagem Natália Vanarini-Nati). 

Pecado Mortal:   

A atriz que teve seu nome confirmado para o elenco de ”Pecado Mortal”, a primeira novela de Carlos Lombardi na Record, não irá mais fazer parte do núcleo do folhetim. 

Devido a sua alta exposição na minissérie ”José do Egito” a sua escalação foi cancelada. Diante disso, ela terá de ficar por mais um tempo fora do ar para descansar sua imagem e encarar outra produção.  

Contudo, não percam a estréia da atriz no capítulo 14 da minissérie "José do Egito" nesta quarta-feira (01) na Tv Record logo após "Jornal da Record. 

                                                                                                             


quarta-feira, 10 de abril de 2013

"José do Egito": A atriz Juliana Boller diz que atuais programas de TV são banais.

Atriz de José do Egito diz que atuais programas de TV são banais.

Juliana Boller acredita que minissérie resgata valores de família e coletividade.

Atriz Juliana Boller (Mara-José do Egito).
Para dar vida a Mara, em José do Egito, Juliana Boller teve de mergulhar nos estudos e nos textos escritos por Vivian de Oliveira. Com olhar sereno e fala doce, a atriz em nada se parece com a ríspida personagem.

"Mara, em hebreu, quer dizer amargo", justifica, frisando que é mais complicado desenhar um papel cujas características são completamente diferente das que conhece ou já viveu.

Superar dificuldades, no entanto, não é problema para a atriz, que mora longe do pai e da mãe há quase dez anos. Nascida em Petrópolis, cidade da região serrana do Rio de Janeiro, Juliana teve de convencer os pais a deixá-la viajar para a capital uma vez por semana para estudar teatro.

"Quando tinha 13 anos, saía de Petrópolis com alguns amigos, ia de ônibus para o Rio, assistia às aulas no Tablado e voltava", lembra. 

Com a paixão latente pelo teatro e buscando cursar uma faculdade de Artes Cênicas, aos 17 anos, Juliana decidiu se mudar de vez para o Rio.

"Como só tinha prática no teatro amador, acabei não passando de primeira para a universidade", lamenta.

Após fazer uma sessão de fotos e enviá-las para uma agência, conseguiu uma vaga na Oficina de Atores da Globo. O aprendizado rendeu trabalhos em Malhação, em 2006, e na novela Paraíso, em 2009, além de algumas participações especiais. 
Mas não é só a atuação que ocupa a vida de Juliana. Junto com amigos, também do meio artístico, ela abriu uma produtora. Há um ano localizada em uma sala no Leblon, bairro nobre carioca, a Coletivo Consciente produz mostras culturais, peças e eventos relacionados à música.

"O objetivo é fazer produções unicamente autorais. É produzir o que estamos curtindo, escrevendo e pensando", revela.

Devido às gravações, aulas na Uni-Rio e trabalho na produtora, Juliana lamenta que quase não sobra tempo livre.
 
"Passei um ano sem ter tevê em casa. Comprei dias antes de estrear a minissérie", diverte-se. 
Com o fim das gravações de José do Egito, Juliana destaca a importância da preparação, iniciada em julho de 2012.
 
"Aprendemos a fazer lã, a tomar banho com areia e banhar animal... Enfim, a viver como aqueles povos viviam", ressalta.

Além de frequentar alguns workshops, a atriz também passou 12 horas acampada com todo o elenco no RecNov, central de dramaturgia da Record, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
 
"Tivemos a oportunidade de conviver como sociedade. Além de seguir costumes da época, como comer em pratos de barro e usando as mãos", relembra.

A proximidade com o elenco começou durante a viagem para o Deserto do Atacama, no Chile.
 
"Fui para gravar duas cenas, mas acabei passando 11 dias", conta.

A primeira experiência de viagem a trabalho da atriz, apesar de prazerosa, foi sofrida.
 
"Por causa da falta de umidade, meu nariz sangrava todos os dias", lamenta.
 

Além da mudança visual, Juliana também passou por transformações na sua maneira de enxergar a vida durante as gravações da trama dirigida por Alexandre Avancini. Loura, a atriz teve de pintar os cabelos de preto e usar um aplique para alongar os fios. Para ela, a mensagem de resgate às origens transmitida pela minissérie é um dos pontos mais importantes da produção.
 

"Não tem a ver com religião e sim com religiosidade. Os programas de tevê hoje são muito banais. E 'José' promove uma reflexão, um resgate de valores de família e coletividade", pontua.  
 

Na reta final da minissérie bíblica, a personagem de Juliana sofrerá reviravoltas. Em sua fase jovem, Mara foi interpretada por Bia Braga.  

"A fase mais revoltada dela foi vivida pela Bia. Eu entro em uma fase onde o cenário geral é tão ruim que não cabe mais tanto ódio", compara, aproveitando para adiantar que o amor transformará Mara, que terá um envolvimento com Benjamim, de Gustavo Leão.

"Ela amadurece nas dificuldades e acaba se rendendo ao sentimento", filosofa.

Informações do site O Fuxico.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

"José do Egito": Eduardo Lago defende seu personagem "Pentephres".

Eduardo Lago “humaniza” Pentephres e rejeita título de vilão.

Para ator, sacerdote tem acertos e erros como qualquer pessoa.

Cena: Pentephres faz Meketre envenenar o Faraó em "José do Egito".

Meketre (Augusto Zacchi), o copeiro do Faraó Apopi, foi um dos primeiros manipulados por Pentephres. O sacerdote e médico do soberano do Egito tem poder e nariz empinado para mandar e desmandar em todos. E tudo a base de muita falcatrua e chantagem.
 
Contudo, Eduardo Lago defende seu personagem e não acha que ele se caracterize como um dos vilões da minissérie José do Egito. Para o ator, todas as pessoas são donos de lados bons e ruins.
 
— No meu ponto de visto não existe um vilão. Existe aquilo que você opta realizar na sua vida. Se é vilania ou não, isso para a construção do personagem não tem sentido. Quando eu vou fazer um personagem eu não penso nisso. Eu defendo da maneira mais humana o vilão e o bonzinho. À medida que você humaniza o vilão, você tem um personagem que tem outra leitura, e não uma coisa maquiavélica, maniqueísta.
 
"Ele joga o tempo todo", diz Eduardo Lago sobre o manipulador Pentephres
Voltando à história de Meketre, o sacerdote chantageou o copeiro e o obrigou a colocar veneno no vinho do Faraó com a promessa de guardar sua passagem para o mundo dos mortos.

Resultado da confusão: Apopi ficou doente, Pentephres o curou e Meketre foi condenado à morte. E mais: teve seu restos mortais destruídos, o que, para os egípcios, impediria sua entrada no mundo dos mortos.
 
— Em uma sociedade que acha que existe vida eterna, Pentephres passa a ter um poder muito forte. Mas só que ele é um homem com fome de poder. Por isso ele promove essas intrigas palacianas o tempo todo, ele impede que a filha, Azenate, se case com José e realize o amor da vida dele com o objetivo de perpetuar esse poder. Se ele tem uma filha sacerdotisa, ele é capaz de conseguir manter o controle do grupo.

Cena: Azenate não participa do cortejo do Faraó e tira o pai do sério em José do Egito.
Pelo visto, Pentephres ainda vai causar muita dor de cabeça...

 

quarta-feira, 27 de março de 2013

Investimento: Um capítulo de “José do Egito” custa 133% a mais do que um de “Salve Jorge”.

Um capítulo de “José do Egito” custa 133% a mais do que um de “Salve Jorge”.

José do Egito é sucesso não só de qualidade como também de faturamento.

José do Egito vai ao ar todas as quartas feiras logo após o Jornal da Record.
De acordo com Walter Zagari, vice-presidente comercial da Record, cada capítulo da minissérie “José do Egito” possui o custo de R$ 2,2 milhões. Baseando-se nesta informação e no fato de que a minissérie deverá ter 28 capítulos, “José” pode ter custado à Record cerca de R$ 62 milhões.

Zagari ainda se vangloria ao promover uma comparação entre o custo por capítulo de “José do Egito” e o de “Salve Jorge”, da Globo, onde, segundo o executivo, cada capítulo custa cerca de R$ 950 mil.

De acordo com o colunista Daniel Castro (R7), que é quem publica as informações dadas por Zagari, o faturamento publicitário de “José do Egito” deverá girar em torno de R$ 80 milhões.

 

sábado, 23 de março de 2013

"José do Egito": Record se apressa para encerrar gravações da minissérie.

Record se apressa para encerrar gravações de "José do Egito".

A minissérie é exibida toda quarta logo após Jornal da Record.

(Foto) Direto de "José do Egito" Alexandre Avancini.
Com suas gravações ocorrendo desde o segundo semestre do ano passado, "José do Egito" está com sua produção intensificada nestes últimos dias.
Segundo a coluna Controle Remoto, existe pressa para a conclusão dos trabalhos da minissérie e as rotinas de gravações estão cada vez maiores. Algumas cenas têm sido feitas em plena madrugada.

Embora a série não tenha enfrentado grandes problemas como sua antecessora "Rei Davi", as condições climáticas do Chile e do Brasil prejudicaram o cronograma em algumas ocasiões. As chuvas recentes no Rio de Janeiro, por exemplo, fizeram com que algumas externas na cidade cenográfica fossem canceladas.

Outro motivo para que os trabalhos se encerrem logo está no contrato da Record com a locadora das câmeras de cinema utilizadas nas filmagens. O acordo se encerra no dia 28. Desta forma, a intenção é que os trabalhos terminem até o final de semana e que a partir daí sejam feita apenas as tarefas relacionadas à edição.

No ar, "José do Egito" deverá se estender até o mês de julho ou agosto.


terça-feira, 12 de março de 2013

"Os milagres de Jesus" substituirá "José do Egito na Record.

Nova minissérie bíblica substituirá “José do Egito”.

Cerca de 200 atores serão mobilizados para a série

Angelo Paes Leme e Larissa Maciel em cena em Jósé do Egito.
De acordo com o colunista Flávio Ricco (UOL), a Record manterá uma estrutura de superprodução para sua próxima minissérie bíblica “Os Milagres de Jesus Cristo”, que deverá entrar no ar imediatamente após o fim de “José do Egito”. Em “Os Milagres de Jesus Cristo”, cada episódio contará uma história independente da anterior, ou seja, a produção terá estrutura de seriado.

Segundo Ricco, cerca de 200 atores serão mobilizados para a série, que terá 18 episódios. A direção caberá a João Camargo, que ainda não pôde escalar seu elenco, pois o cast da Record está mobilizado para os desejos de Carlos Lombardi, autor de “Pecado Mortal”, novela que sucederá “Dona Xepa”.
“Os Milagres de Jesus Cristo” tem estreia prevista para o segundo semestre deste ano.


sexta-feira, 8 de março de 2013

Em alta: José do Egito eleva a audiência da Record.

“José do Egito” eleva a audiência da Record.

A minissérie é estimada em 22 milhões.


Ricky Tavares e Celso Frateschi em cena em José doEgito.
A minissérie religiosa “José do Egito”, exibida no horário nobre da Rede Record, vem batendo seus próprios recordes de audiência a cada episodio exibido. Além de superar metas, a superprodução vem elevando a média-dia da Record no IBOPE.

De acordo com dados consolidados, “José” marcou 13 pontos de média, pico de 14 e share de 21%. Na quarta-feira (6), a Record registrou sua melhor média do ano, coincidentemente dia de exibição da minissérie, marcando 7 pontos entre 7h e 0h, com 19% de share.

“José do Egito” é exibida às quartas, na faixa das 21h45, e  conta a saga de um homem de Deus, íntegro e indulgente, que após ser vendido como escravo pelos irmãos é levado para o Egito, onde é injustiçado, caluniado, preso e humilhado.



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

"José do Egito": Maytê Pirangibe nega informação de que não queria beijar Angelo Paes Leme.

Maytê Piragibe nega informação de que não queira beijar em "José do Egito".

 A atriz se posicionou através de uma conversa exclusiva com o site NaTelinha.

Maytê Pirangibe caracterizada para José do Egito.
De acordo com informações da coluna "Canal 1", alguns boatos nos corredores da Record dão conta que a atriz Maytê Piragibe não quer gravar cenas de beijo com o seu par em “José do Egito”, o ator Ângelo Paes Leme.


Segundo a publicação, Maytê diz que o marido, o também ator Marlos Cruz, não gosta que ela beije outro homem em cena, e por isso pediu à emissora que contratasse uma dublê para a minissérie.

Porém, em conversa exclusiva com o site NaTelinha, a atriz negou tudo e lamentou essa informação.

“Eu nunca tive problema algum em fazer cenas de beijo, me dedico a arte de forma total e inteira”, afirmou ela.

Maytê Piragibe também se surpreendeu com o fato de seu marido ter sido citado, sendo que ele também é ator e esse seria mais um motivo para a notícia não fazer sentido.

“Colocar o meu marido no meio foi pior ainda, uma vez que ele também é ator e não temos nenhum problema em fazer cenas de beijo, faz parte da nossa profissão, da nossa arte”, concluiu.

Vale lembrar que o Direto do RecNov nunca acreditou nesse boato, e que o posicionamento da atriz foi mais do que esperado.


Será? Maytê Pirangibe se recusa a fazer cena de beijo em "José do Egito"

Será? Atriz da Record diz não para beijo na boca em “José do Egito”.

Maytê já está reservada para a novela "Pecado Mortal" de Carlos Lombardi.

 

Maytê Pirangibe em "José do Egito".
Um problema um tanto inesperado na teledramaturgia da Record vem atrapalhando as gravações da minissérie “José do Egito”.

Segundo informa o jornalista Flávio Ricco, a atriz Maytê Piragibe não quer mais beijos em suas cenas na minissérie bíblica. A atriz teria se justificado dizendo que é uma mulher casada e que seu marido não iria gostar nada das cenas. Para solucionar o problema, uma dublê já foi contratada para beijar Ângelo Paes Leme na trama.

Agora perguntamos caros leitores Recordistas. Será que isso realmente é procede? Afinal Maytê é uma atriz e beijo é a uma das coisas mais comuns em qualquer produção.

"José do Egito vai ao ar toda quarta logo após "Jornal da Record".

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

"José Do Egito": Cenografia remete a imagem do tempo vivido antes de Cristo.

Gravação de José do Egito remete a tempo vivido antes de Cristo.

Cidade cenográfica reflete a imagem de um tempo antigo.

 

Assistir a uma gravação de José do Egito na cidade cenográfica de Aváris, na central de produções da Record, no Rio de 
Janeiro, impressiona. Enorme, rica em detalhes, parece mais uma localidade real do que cenografia. São mais de 5 mil m² que, na tevê, ainda ganharam o reforço de computação gráfica para situar a cidade à beira do Rio Nilo. Tudo isso recheado de figurantes. Para os planos abertos, são cerca de 500; para os planos fechados, pouco mais de 200 todos eles inteiramente caracterizados.

"O templo que tem aqui é uma reprodução do templo de Ísis, que fica no Nilo. Eu fui lá. O original tem 18 metros, o nosso tem 15. Então, as proporções estão muito próximas. É muito bacana trabalhar com esse tipo de proporção", explica o diretor da minissérie, Alexandre Avancini.  
Uma das primeiras cenas gravadas no templo de Ísis mostra José, ainda jovem e interpretado por Ricky Tavares, sendo comercializado por Jetur, de Thelmo Fernandes. O negociante de escravos anuncia que suas mercadorias ainda vão demorar muitas colheitas para morrer. 


É o encontro que dá o grande pontapé da história. É a partir daí que José vai se tornar um novo homem, com um poder transformador em todos que estão ao redor dele", conta Thelmo.

Algumas cenas de José do Egito foram feitas no deserto do Atacama, no Chile. A venda de José é a continuação dessas sequências. Por isso, a atenção com a edição precisa ser redobrada.

"Acho que é um dos momentos mais importantes, não só para a trama, quando o personagem chega em Aváris, como para a minissérie em si, quando a gente apresenta o Egito para o espectador" acredita Avancini. 
Mesmo com toda a grandiosidade, os mínimos detalhes necessitam de atenção. Mas, às vezes, passam despercebidos. No início das cenas em Aváris, um dos ferimentos de José, que aparecia nas sequências gravadas no Chile, acabou sendo esquecido. A solução encontrada envolveu o apoio da equipe de efeitos visuais, que vai atuar na pós-produção das cenas já gravadas. Dessa forma, nenhum material será perdido.


"O ideal é que a gente não tenha problemas, nem tenha de usar outros departamentos para sanar uma falha, mas conseguimos", comemora o coordenador de continuidade, Marco Benete. 
A carga religiosa da cena é grande. Após ser oferecido para Hapu, de Iran Malfitano, José se rebela e diz que Deus não fez o homem para ser vendido como mercadoria. A resposta do sinistro Jetur é lacônica:


"E o que eu tenho a ver com o seu Deus?".

Jetur, aliás, rouba a cena. A maldade e o sarcasmo se alternam em seu discurso. Isso acompanhado de uma risada sinistra e nenhuma hesitação em maltratar o personagem de Ricky Tavares.

"O Jetur é um personagem delicioso, é um vilão, ao mesmo tempo tem uma dose de sarcasmo, é cínico. Além disso, é muito bom maltratar o Ricky", brinca Thelmo.


Outro ponto que impressiona na Aváris fictícia é o forte calor. A sensação também lembra um deserto egípcio. As sombras são bem disputadas e um alto número de copos d'água é distribuído por toda a cidade cenográfica. E ainda assim algumas pessoas não resistem e necessitam de cuidados médicos. Os atores também sofrem. A caracterização do personagem Jetur, por exemplo, exige que Thelmo tenha três roupas sobrepostas, sem contar com um pesado cinto e outros acessórios.
 
"Não é fácil, não", admite o ator, que ao menos destaca o realismo que o calor traz:
"Era assim mesmo, a roupa protegia do sol", completa.

Mas, independentemente do realismo, Alexandre Avancini garante que o calor em nada ajuda.


"Gravamos no Atacama, onde tinha variações de temperatura grandes. Mas, na maioria dos dias, o calor era bem suportável. Aqui no Rio de Janeiro, o calor é muito forte, incomoda. Pior que aqui só no próprio Egito", brinca.

 

 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Confira a audiência de "José do Egito" no Rio. (20)

“José do Egito” registra ótima audiência no Rio de Janeiro (20).


A Record exibiu mais um capítulo de “José do Egito”, que foi ao ar na noite desta quarta-feira (20), onde alcançou altos índices de audiência na Record Rio.

Curiosamente, a minissérie chegou a bater o Ibope de “Balacobaco”. ”José do Egito” registrou média de 14 pontos e “Balacobaco”, que veio em seguida, fechou com 10 no Rio de Janeiro.

Apesar de um fato como esse não ser considerado normal, já houve registros de casos semelhantes na própria Record Rio.  Ano passado, a reprise de “Rei Davi” costumava atingir índices superiores aos de “Balacobaco” quase todos os dias.

Estes índices são consolidados e são baseados na preferência de um grupo de telespectadores do Rio e da Baixada Fluminense.


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

"José do Egito": Ator Ricky Tavares afirma que está uma oportunidade única em sua carreira.

Ricky Tavares aposta alto em seu primeiro protagonista.

Ricky teve, no total, dois meses de preparação.

 

Desde que a Record começou a produzir minisséries bíblicas, Ricky Tavares olha com bons olhos para essas produções. Mas, garante, jamais imaginou que pudesse ser escalado para viver um dos protagonistas dessas histórias. Na pele do injustiçado José de José do Egito, o ator se mostra completamente deslumbrado com a fase atual. Primeiro, porque se trata do maior investimento já feito pela emissora em um projeto de dramaturgia – são 28 capítulos previstos ao custo de R$ 850 mil cada. E também pelo fato de ser uma obra épica, o que requer uma preparação diferente de tudo que já viveu até hoje.

"Tem cara de superprodução mesmo e se passa 3.700 anos antes do tempo em que nós vivemos. Não dá para negar que essa é uma oportunidade única em minha carreira. Pelos 10 primeiros capítulos, é a minha imagem ali na maior parte das cenas", avalia. 

Ricky compartilha o posto de protagonista com o colega Angelo Paes Leme, que assume do décimo até o último episódio. Para manter uma uniformidade na atuação, os dois dividiram 10 dias de "workshops" ao lado do núcleo hebreu da história, que engloba a família de José.
 
"O Avancini (Alexandre, diretor geral) queria que a gente tivesse esse contato. Foi bacana para os dois, até porque o José que o Angelo interpreta está há muito tempo sem ter contato com os irmãos e o pai. Dessa forma, ele pôde interagir com os atores também", analisa.

Ricky teve, no total, dois meses de preparação. Entre outras atividades, passou alguns dias em uma fazenda aprendendo a cuidar de ovelhas, cabras e vacas.

"Ainda experimentamos passar horas acampados na cidade cenográfica, vivenciando um pouco do cotidiano dos personagens", lembra.

A semelhança física – ou, nesse caso, a falta dela – entre os dois atores também foi uma preocupação da equipe. Para ser mais crível a troca de intérpretes na
passagem inicial de 10 anos da trama, Ricky teve a sobrancelha diminuída. E passou também por uma maquiagem para tentar afinar o contorno de seus lábios.

A pedido da direção, largou os exercícios físicos e, com a perda de massa muscular, emagreceu cinco quilos. Um processo que, na verdade, começou na época em que interpretava o viciado em crack Wellington de Vidas em Jogo, também na Record.

"Na segunda fase, José se torna um homem atraente e de porte atlético. Então, era importante que eu parecesse um pouco mais franzino nas primeiras semanas", explica.

Por conta das gravações, Ricky passou quase três semanas no Chile, rodando sequências no deserto do Atacama. Esse foi o
cenário escolhido para representar o deserto da Judeia, onde se passa grande parte da história. Uma experiência que o ator garante ter sido de extrema importância para manter a qualidade dos primeiros capítulos já exibidos.

"Pelo que entendi, o terreno lá é bem semelhante ao descrito na história. E é diferente quando você está em outro país, interagindo com os atores. Aproxima todo mundo, só traz benefícios", diz.

Depois que terminar de gravar suas cenas, já no final deste mês, Ricky ainda não sabe quando voltará ao trabalho na Record. Mas, dentro da emissora, já se fala em um próximo papel de destaque para o rapaz. Ele estaria reservado pela autora Cristianne Fridman para interpretar um dos principais personagens de sua próxima novela, que deve substituir o folhetim de estreia de Carlos Lombardi.
 
"Eu ouvi isso e já li algumas coisas. Mas, sinceramente, não me falaram nada oficialmente. Se realmente for verdade, ficarei muito feliz. Só que prefiro esperar uma confirmação antes de conversar a respeito disso", desconversa, sempre muito simpático.

Com as próprias pernas


Interpretar o papel principal de uma novela ou minissérie é motivo de orgulho para qualquer ator. Mas Ricky Tavares confessa que, no seu caso, José do Egito representa algo ainda maior em seu currículo. Desde que estreou na tevê, quando foi escalado para viver o adolescente Pit de Promessas de Amor, o ator sente a necessidade de mostrar que fez por onde merecer as oportunidades que tem recebido nos últimos anos.
Na época, por ser primo do autor Tiago Santiago, Ricky assume que algumas pessoas cogitaram o fato do rapaz estar ali apenas pelo parentesco. Mas, jura, isso não era verdade.

"Para conseguir a vaga, passei por sete testes. E, logo depois, o Tiago foi para o SBT e eu, para a Globo", recorda.

Também foi através de testes que Ricky conquistou a chance de interpretar o estudante Rodrigo de Malhação ID. Mas logo que a série infantojuvenil teve sua temporada renovada, retornou à Record para viver o aspirante a jogador de futebol Wellington, em Vidas em Jogo. Na época, de usuário de anabolizantes, o personagem se tornou viciado em crack.
 
"Foi um aprendizado e tanto. Sem dúvida, evoluí demais ali. Foi um período crucial para que eu chegasse até 'José do Egito', valoriza. 

# Ricky garante que, mesmo antes de "José do Egito" estrear, já era chamado pelo nome do personagem nas ruas. "E não só no meu condomínio, na rua mesmo. As minisséries bíblicas despertam a curiosidade do pblico", fala.

# Além de atuar, Ricky também é dono de um quiosque na orla da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. 


# Ricky nasceu em Brasília, mas se mudou na infância para a Região Serrana do Rio. 


# Ele é irmão da atriz Juliana Xavier, que atualmente também é contratada da Record e interpretou a adolescente Bia em "Rebelde".